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Árvore da vida é cultivada em propriedade no Patrimônio
15/03/2018 21:26 em Natureza

 

Casal Selomke, do Patrimônio, está cultivando em sua propriedade a moringa, que cresce bem. Divulgação

POR JDV.

Sete vezes mais vitamina C que a laranja, quatro vezes mais cálcio e duas vezes mais proteína que o leite, seis vezes mais potássio que a banana, mas ferro que o espinafre, além de vitaminas B, E e sais minerais como fósforo, selênio e zinco, fazem parte da riqueza nutricional da moringa, conhecida também como lírio branco e quiabo de quina. 

A espécie, originária da Índia, é uma das 30 plantas nutracêuticas, cuja adaptação às condições do litoral de Santa Catarina está sendo avaliada pela Estação Experimental da Epagri de Itajaí. A Secretaria de Agricultura de Massaranduba também desenvolve um trabalho com a "planta da vida", na propriedade dos Selonke, no Patrimônio. 

A engenheira agrônoma Lilian Fernanda Sfendrych Gonçalves, da Secretaria de Agricultura vê o uso potencial da moringa na indústria, na merenda escolar e nos sistemas de clarificação de água. "A árvore cresce até quatro metros em um ano e pode atingir 12 metros. Tem flor perfumada, branca e bege, e floresce o ano inteiro. O fruto é semelhante a uma vagem com três faces", observa. 

Segundo ela, praticamente todas as partes da planta podem ser aproveitadas. As folhas são usadas em sopas, molhos, saladas, sucos, pães e biscoitos As flores são fritas em óleo e os frutos podem ser consumidos na forma de picles ou fritos, e as sementes são cozidas e usadas nas saladas. 

Lilian explica que a moringa também apresenta propriedades medicinais e funcionais e outra característica é a capacidade de purificar a água. "É uma planta rica em vitaminas e minerais, por isso é chamada de planta da vida", completa.

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