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Fujama e Fatma trabalham na contenção de combustível em rio
16/05/2018 - 16h39 em Natureza
 
 
Problema foi causado por tombamento de caminhão da Rodovia SC 110 no fim da tarde desta 3 ªfeira que mobilizou ainda Bombeiros de três municípios, Defesa Civil e Fatma
 
Ao longo de todo o dia nesta quarta-feira (16), equipes da Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama) e da Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) trabalham na contenção de combustível (gasolina) que teriam derramados no solo e no afluente do Rio Cerro nas imediações da Rodovia SC 110, na Serra entre Jaraguá do Sul e Pomerode. O fato ocorreu após o capotamento de uma carreta carregada com cerca de 15 mil litros de gasolina no trecho conhecido como Curva da Santa no fim da tarde de terça-feira (15).
 
O acidente mobilizou a Defesa Civil de Jaraguá do Sul, além dos bombeiros do Município e das cidades vizinhas de Pomerode e Indaial, que isolaram a área e orientaram moradores das proximidades a não utilizassem utensílios que produzissem fagulha já que existia risco da explosão naquele momento. A Defesa Civil estima que cerca 5 mil litros da carga tenham vazado para solo e para o riacho próximo.
 
O presidente da Fujama, Normando Zita Júnior, esteve no local para avaliar a situação. “Hoje (16) pela manhã, nossos técnicos já foram deslocados para lá para verificar todo o plano da barramento e descontaminação do solo. Também há no local uma empresa especializada no local já efetuando esses trabalhos para gente evitar que esta contaminação chegue nos cursos d’água”, relatou. Ele acrescenta que essa empresa foi contratada pela própria transportadora, proprietária do caminhão acidentado.
 
Barreiras - No que se refere à contenção do material despejado, Zitta aponta que já foram feitos dois barramentos e agora provavelmente seria implementado mais um, para poder fazer o resgate de todo o material que polui os rios
 
 
Apesar os esforços, dirigente da Fujama adianta que o vazamento já prejudica o abastecimento de algumas empresas da área têxtil e alimentícia instaladas na proximidades daquele trecho da rodovia. “O Samae já foi informado. Naquele local não há captação de água. Mesmo assim a gente está trabalhando juntamente com todas as equipes para evitar o máximo as poluição nesses locais”, destacou. Já o Samae informa que também monitora a situação, mas até o momento nada mais grave foi constatado.
 
De acordo com Fujama e Defesa Civil ainda não é possível avaliar os impactos ambientais. ‘O que a gente identificou foi a contaminação da água do Rio Cerro. Por isso pedimos à população que utiliza essa água para consumo próprio que não o faça até o problema todo estar resolvido”, alertou o presidente da fundação..

 

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